Temas Preferenciais
1. Grupo de Estudo de Geração Hidráulica - GGH
Escopo
Estudos de viabilidade, concepção, especificação, projeto, construção, fabricação, instalação, ensaios, comissionamento operação, manutenção, monitoramento, modernização, repotenciação e desempenho de equipamentos para usinas hidrelétricas (exceto transformadores e equipamentos de manobra). Estudos de viabilidade para empreendimentos de geração hidráulica. Sistemas de regulação de tensão e velocidade. Materiais isolantes. Estudos técnicos para especificação, projeto e instalação de serviços auxiliares em corrente alternada e corrente contínua em usinas hidrelétricas. Aspectos de confiabilidade e segurança operativa e estrutural de usinas hidrelétricas. Questões relacionadas com a legislação pertinente, inovação e novas tecnologias relacionadas à geração hidráulica, incluindo hibridização e usinas reversíveis.
Temário
1.1 Aproveitamentos hidrelétricos:
1.1.1 Concepção, projeto, implantação, operação e manutenção;
1.1.2 Técnicas de projeto e fabricação de hidrogeradores, inclusive geradores de indução, conexão unitária, turbinas hidráulicas;
1.1.3 Desempenho, disponibilidade, confiabilidade e vida útil técnica e econômica de hidrogeradores e turbinas;
1.1.4 Evolução no projeto de turbinas e geradores hidráulicos;
1.1.5 Avanços, limites e aplicações do CFD (Computational Fluid Dynamics) nos estudos de hidrogeradores e turbinas;
1.1.6 Novos desenvolvimentos para a extensão da capacidade de grandes geradores e turbinas;
1.1.7 Utilização de máquinas hidrocinéticas;
1.1.8 Influência das especificações e solicitações do operador nacional do sistema na operação, projeto e custo dos geradores, turbinas e serviços auxiliares;
1.1.9 Impactos da operação flexível, ciclagem, partidas e paradas frequentes, operação em carga parcial e regimes transitórios na vida útil, confiabilidade, disponibilidade e custos de manutenção de turbinas, hidrogeradores, reguladores de tensão e velocidade e sistemas auxiliares;
1.1.10 Estratégias para viabilização de usinas plataforma na região amazônica;
1.1.11 Qualidade da água, sedimentos, abrasão, corrosão, incrustações e seus impactos no projeto, operação, manutenção e vida útil de equipamentos hidromecânicos e eletromecânicos;
1.1.12 Bioincrustação, mexilhão-dourado e outros organismos invasores: impactos na disponibilidade, eficiência, manutenção, sistemas de resfriamento, condutos, grades, tomadas d’água e equipamentos hidromecânicos;
1.1.13 Técnicas de prevenção, controle, mitigação, monitoramento e avaliação técnico-econômica de soluções para combate ao mexilhão-dourado em usinas hidrelétricas;
1.1.14 Características técnicas e especificação de máquinas para UHE com turbina de fluxo, sem reservatório.
1.2 Armazenamento de energia hidráulica e hibridização e macanismos de contratação de capacidade
1.2.1 Características técnicas e especificação de máquinas para UHE reversível;
1.2.2 Viabilidade, custo e estratégias para a implantação de usinas reversíveis e usinas híbridas;
1.2.3 Modelos de negócio e mecanismos de remuneração para usinas hidrelétricas reversíveis, armazenamento hidráulico e arranjos híbridos, considerando integração ao SIN, mercado de energia, arbitragem energética, atendimento à ponta, controle de frequência, suporte de tensão, inércia sistêmica, serviços ancilares e confiabilidade sistêmica;
1.2.4 Experiências internacionais, estudos de caso, desafios e barreiras regulatórias, ambientais, comerciais e técnicas para implantação de usinas reversíveis e híbridas no Brasil;
1.2.5 Aspectos regulatórios, econômicos, ambientais e comerciais para viabilização de soluções de armazenamento hidráulico, hibridização e prestação de serviços sistêmicos;
1.2.6 Estado da arte em turbinas bombas;
1.2.7 Unidades hidrogeradoras com velocidade variável;
1.2.8 Regularização Hídrica no Mercado de Energia;
1.2.9 Gestão de reativos, aprovisionamento de constante de inércia e incremento/fortalecimento de capacidade de curto-circuito;
1.2.10 Aprimoramentos regulatórios, comerciais e metodológicos do Leilão de Reserva de Capacidade na forma de Potência — LRCAP, considerando a adequada valoração da potência, flexibilidade operativa, confiabilidade, disponibilidade, resposta dinâmica e serviços sistêmicos prestados por usinas hidrelétricas, usinas reversíveis e soluções híbridas;
1.2.11 Critérios técnicos e econômicos para participação de usinas hidrelétricas existentes, ampliações de UHEs, usinas hidrelétricas reversíveis e sistemas híbridos em mecanismos de contratação de capacidade, reserva de potência, armazenamento e serviços ancilares;
1.2.12 Metodologias para definição de produtos, requisitos de disponibilidade, comprovação de entrega de potência, penalidades, receitas, prazos contratuais e alocação de riscos em leilões de capacidade aplicáveis a empreendimentos hidrelétricos e de armazenamento;
1.2.13 Avaliação dos impactos dos leilões de capacidade na modernização, repotenciação, expansão e extensão da vida útil de usinas hidrelétricas, incluindo análise de viabilidade técnica, econômica, regulatória e ambiental;
1.2.14 Estudos de caso, simulações e propostas de aprimoramento para contratação de capacidade e flexibilidade no SIN, considerando a complementaridade entre hidrelétricas, usinas reversíveis, armazenamento, fontes renováveis variáveis e requisitos de segurança elétrica e energética.
1.3 Modernização e repotenciação de usinas hidrelétricas e equipamentos de geração:
1.3.1 Critérios de avaliação técnica-econômica;
1.3.2 Casos de modernização de geradores e turbinas;
1.3.3 Casos de modernização de sistemas de supervisão, automação, proteção, excitação, regulação de tensão e velocidade e serviços auxiliares para atendimento a novos requisitos de flexibilidade operativa;
1.3.4 Implantação de sistemas de monitoramento, controle e supervisão digitalizados;
1.3.5 Experiência em usinas desassistidas;
1.3.6 Aplicação de sensores inteligentes, sistemas digitais, analytics e inteligência artificial em projetos de modernização, automação, operação e gestão de ativos em usinas hidrelétricas.
1.4 Experiência e monitoramento de desempenho de estruturas hidráulicas, e unidades geradoras:
1.4.1 Estudos de caso de ensaios, monitoramento, diagnóstico, falhas, análise de causa raiz, recuperação, modernização e retorno à operação de hidrogeradores, turbinas hidráulicas, reguladores de tensão e velocidade, black-start e outros sistemas de centrais hidrelétricas.
1.4.2 Aspectos de confiabilidade, flexibilidade e segurança operativa de estruturas hidráulicas e unidades geradoras;
1.4.3 Influência de sistemas de excitação e regulação de velocidade no desempenho de hidrogeradores;
1.4.4 Impactos da Eletrônica de Potência na infraestrutura de centrais hidrelétricas;
1.4.5 Desenvolvimento, aplicação, envelhecimento e avaliação de materiais isolantes em hidrogeradores;
1.4.6 Metodologias de medição, monitoramento, diagnóstico e tendência de descargas parciais em hidrogeradores;
1.4.7 Ensaios de impulso comparativo — surge test — aplicados à avaliação da integridade do isolamento entre espiras, bobinas, barras estatóricas, enrolamentos de campo e outros componentes de máquinas elétricas rotativas;
1.4.8 Ensaios de fator de dissipação, tangente delta, capacitância, tip-up e avaliação do envelhecimento do sistema de isolamento estatórico;
1.4.9 Ensaios eletromagnéticos, medição de fluxo magnético e assinatura magnética aplicados à identificação de curto-circuito entre espiras, assimetrias eletromagnéticas e anomalias em hidrogeradores;
1.4.10 Ensaios ELCID, loop test e outras metodologias para avaliação de integridade do núcleo estatórico, identificação de pontos quentes, falhas de laminação e degradação do pacote magnético;
1.4.11 Procedimentos de mitigação de efeito corona, descargas superficiais, tracking, degradação de pintura sem condutiva e desenvolvimento de novas tecnologias de proteção do sistema de isolamento;
1.4.12 Ensaios elétricos em máquinas rotativas, incluindo resistência de isolamento, índice de polarização, resistência ôhmica de enrolamentos, impedância, resposta em frequência, ensaios dielétricos, medição de resistência de contato e avaliação de conexões elétricas;
1.4.13 Monitoramento, medição e diagnóstico de vibração em unidades geradoras hidráulicas, incluindo análise de órbitas, espectro, fase, deslocamento relativo, velocidade, aceleração, balanceamento e desalinhamento;
1.4.14 Avaliação de entreferros não homogêneos, excentricidade estática e dinâmica, procedimentos de correção, monitoramento e consequências para a operação e vida útil da unidade geradora;
1.4.15 Medição de temperatura com utilização de fibra ótica, sensores distribuídos, termografia e outras técnicas aplicadas ao monitoramento térmico de máquinas elétricas e estruturas associadas;
1.4.16 Ensaios mecânicos, hidráulicos e operacionais em turbinas e unidades geradoras, incluindo rendimento, cavitação, instabilidades hidráulicas, ressonâncias, pulsação de pressão, comportamento em carga parcial e transientes operativos;
1.4.17 Métodos de simulação e medição de perdas, desempenho térmico e técnicas de resfriamento;
1.4.18 Medição, monitoramento e validação de vazões turbinada, vertida, ecológica e demais variáveis hidráulicas, aplicadas à avaliação de rendimento, curvas de eficiência, perdas hidráulicas e eletromecânicas, desempenho energético e otimização do uso da água em unidades geradoras;
1.4.19 Experiência em sistemas de monitoramento, diagnóstico e prognóstico em unidades geradoras, incluindo integração de dados elétricos, mecânicos, térmicos, hidráulicos e operacionais;
1.4.20 Impacto na performance de turbinas e geradores das estruturas civis;
1.4.21 Utilização de simulações numéricas, modelos digitais, gêmeos digitais e análise de dados para diagnóstico, prognóstico e prevenção de falhas elétricas, térmicas, mecânicas e hidráulicas em unidades geradoras;
1.4.22 Sistemas de Medição de Indisponibilidade — SMI aplicados a usinas hidrelétricas não despachadas centralizadamente, incluindo aquisição automática de dados, registro de eventos, classificação de indisponibilidades, rastreabilidade, validação de informações operacionais e integração com sistemas de supervisão, operação, manutenção e gestão de ativos.
1.5 Aspectos de manutenção e gestão de equipamentos e estruturas hidráulicas:
1.5.1 Estratégias de manutenção, sobressalentes e gestão de indisponibilidades decorrentes da operação flexível, ciclagem operacional, partidas e paradas frequentes e operação fora do ponto ótimo;
1.5.2 Tecnologias de concepção e avaliação do sistema de anéis coletores e das suas escovas;
1.5.3 Tecnologias de concepção de junta de vedação em função de sua aplicação;
1.5.4 Sistema anti-incêndio aplicados a hidrogeradores;
1.5.5 Sistema de lubrificação de mancais de geradores e turbinas;
1.5.6 Sistema de alimentação de emergência – geradores a diesel, no-breaks etc.;
1.5.7 Integração entre sistemas de monitoramento, diagnóstico, prognóstico, avaliação de vida remanescente, gestão de ativos, criticidade, risco, confiabilidade e planejamento da manutenção de equipamentos e unidades geradoras hidráulicas;
1.5.8 Inspeção robótica aplicada as centrais hidrelétricas;
1.5.9 Comprovação de performance por estudo RAM – Reliability, Availability and Maintainability.
1.6 Aspectos de segurança de barragens:
1.6.1 Papel dos reservatórios e estruturas hidráulicas na confiabilidade energética, segurança sistêmica, controle de cheias e segurança de barragens;
1.6.2 Aspectos de confiabilidade, flexibilidade e segurança operativa de estruturas hidráulicas e barragens;
1.6.3 Instrumentação, auscultação e monitoramento de barragens e estruturas civis associadas;
1.6.4 Automação de leituras, integração de dados de instrumentação e uso de sistemas digitais para acompanhamento da segurança de barragens;
1.6.5 Integração dos sistemas de monitoramento das barragens com os sistemas de monitoramento das máquinas, supervisórios e centros de operação;
1.6.6 Planos de Ação de Emergência — PAE: elaboração, implantação, atualização, testes, capacitação das equipes e realização de simulados;
1.6.7 Experiências na realização de simulados de emergência envolvendo equipes internas, defesa civil, órgãos públicos e comunidades potencialmente afetadas;
1.6.8 Gestão de relacionamento, comunicação de risco, conflitos e resolução de conflitos com comunidades localizadas em áreas potencialmente afetadas por barragens;
1.6.9 Estudos de caso de acionamento de Plano de Ação de Emergência — PAE, incluindo lições aprendidas, dificuldades operacionais e oportunidades de melhoria;
1.6.10 Estudos de caso de acionamento de protocolos de emergência hidrológica, eventos extremos, cheias, vertimentos excepcionais e operação em condições críticas;
1.6.11 Utilização de modelos hidrológicos, hidráulicos e de ruptura hipotética para apoio à tomada de decisão, planejamento de emergência e definição de zonas de autossalvamento;
1.6.12 Aplicação de novas tecnologias, sensoriamento remoto, imagens, drones, inteligência artificial e análise de dados para apoio à segurança de barragens;
1.6.13 Governança, gestão documental, inspeções regulares e especiais, avaliação de anomalias e acompanhamento de planos de ação relacionados à segurança de barragens.
1.6.14 BIM aplicado a segurança de barragens.
2. Grupo de Estudo de Geração Térmica e Eficiência Energética - GTE
Escopo
Tecnologias e concepção geral de usinas para geração termelétrica (óleo, carvão, gás, nuclear etc.), cogeração, processos de base renovável geração e novas tecnologias (biomassa, células a combustível, geotérmica, hibridização, hidrogênio verde, etc.). Especificação, projeto, fabricação, instalação, operação e modernização de usinas termelétrica, seus sistemas componentes e equipamentos em geral (exceto transformadores e equipamentos de manobra). Estudos de viabilidade. Aspectos de confiabilidade e segurança operacional e física. Estudos técnicos para especificação de equipamentos das usinas termelétricas, incluindo estudos de compatibilidade das especificações dos equipamentos com os requisitos do sistema interligado. Combustíveis (fósseis, renováveis e nucleares): inventário, caracterização, compra, transporte, recebimento, manuseio, estocagem, técnicas de combustão e disposição/utilização de rejeitos e resíduos. Sistemas e equipamentos para controle e redução de emissões. Questões relacionadas com a legislação pertinente, inovação e novas tecnologias relacionadas à geração térmica. Resiliência climática de equipamentos e usinas a eventos extremos. Cibersegurança. Eficiência Energética como indutora da Transição Energética. Gestão de Energia em instituições privadas e públicas nas esferas municipal, estadual e federal. Aspectos de legislação, regulação, normas, procedimentos e formas de financiamentos que contribuem para o aumento da eficiência energética de equipamentos, sistemas, processos, serviços, edificações e obras de engenharia. Políticas e técnicas de conservação de energia, incluindo ensaios, projetos, custos, análise de desempenho, medição e verificação (M&V), educação, capacitação e comunicação social. Programas de Eficiência Energética e iniciativas correlatas. Métodos, técnicas e ferramentas para diagnósticos energéticos, monitoramento inteligente, gestão energética, análises técnico-econômicas, modelagem, simulação, digitalização, automação e aplicação de inteligência artificial voltadas para a eficiência energética. Eficiência energética nos diversos segmentos consumidores e implementação de projetos de eficiência energética nos setores privados e públicos, incluindo indústria, edificações, iluminação pública e demais aplicações intensivas em energia. Integração entre eficiência energética, geração distribuída, armazenamento de energia, resposta da demanda e gestão ativa de consumo. Inovação tecnológica, desenvolvimento de indicadores, avaliação de resultados e modelos de negócios para empresas e concessionárias na área de eficiência energética.
Temário
2.1 Biomassa (uso direto, biodigestores, gaseificadores, álcool, biodiesel, etc.), biogás e resíduos sólidos urbanos, cogeração (bagaço de cana, palha de arroz, lixo urbano, gás de alto forno, etc.) e uso em células a combustível e em sistemas integrados:
2.1.1 Aspectos técnicos, econômicos, regulatórios e ambientais;
2.1.2 Projeto e implementação de plantas;
2.1.3 Sistemas híbridos autônomos, parâmetros de regime permanente e transitório.
2.2 Usinas Termelétricas (UTE) interligadas ao sistema elétrico ou geração distribuída- gás natural, gás de xisto, carvão, nuclear, hidrogênio verde, Pequenos Reatores Modulares (SMRs), etc.
2.2.1 Análise de desempenho e regime operacional, métodos de revitalização e repotencialização;
2.2.2 Sistema isolado com óleo diesel, biodiesel e logística de suprimentos;
2.2.3 Técnicas para preservação de UTE em paradas de longo prazo;
2.2.4 Testes hidrostáticos e testes de comprovação de disponibilidade de UTE. Comparação e custos;
2.2.5 Experiência com sistemas de proteção, controle ambiental e tratamento de rejeitos, monitoração online de UTE, controle da vida remanescente de tubulações através da espessura da camada de óxidos;
2.2.6 UTEs integradas à exploração das reservas e produção de GN (gás natural) do “pré-sal”;
2.2.7 UTEs associadas a logística para importação de GNL (gás natural liquefeito);
2.2.8 Mitigação de problemas em UTE´s sob operação de regime flexível.
2.2.9 Proteção de sistemas de controle e supervisão contra ataques cibernéticos.
2.3 Modernização, repotenciação de UTE e equipamentos de geração:
2.3.1 Critérios de avaliação econômica;
2.3.2 Flexibilização de limites operacionais e melhoria de desempenho;
2.3.3 Implantação de sistemas de monitoramento, controle e supervisão digitalizados;
2.3.4 Utilização de novas tecnologias;
2.3.5 Desenhos em 3D para montagem virtual;
2.3.6 Novas tecnologias e geração integrada e/ou híbrida, geradores multicombustível;
2.3.7 Equipamentos para uso misto de gás natural, gás de síntese e hidrogênio.
2.4 Aspectos associados a máquinas térmicas, compreendendo caldeiras, motores, turbinas, geradores e seus sistemas de proteção, auxiliares e regulação de tensão e de velocidade:
2.4.1 Especificação, projeto, estudos de modelagem e simulação, fabricação, instalação e ensaios.
2.5 Aspectos de manutenção e gestão de equipamentos de estruturas térmicas:
2.5.1 Operação, manutenção, monitoramento, modernização e desempenho em componentes de UTEs;
2.5.2 Digital twin, uso de Inteligência artificial;
2.5.3 Tecnologias inovadoras de inspeção em componentes de UTEs;
2.5.4 Tratamento de válvulas de segurança;
2.5.5 Desenvolvimento de materiais refratários.
2.6 Redução de emissão de CO2:
2.6.1 Regulamentação do mercado de carbono no Brasil;
2.6.2 Redução das emissões desses gases de efeito estufa em UTE incluindo captação e armazenamento de CO2, tecnologias e sistemas de CCS/CCU (Carbon Capture and Storage / Carbon Capture and Utilization);
2.6.3 Tecnologias e sistemas para descarbonização e seus impactos e perspectivas.
2.7 Contratação do tipo EPC (Engineering, Procurement and Construction Contracts) para bens e serviços:
2.7.1 Projeto, modelagem, especificação, contratação, qualidade, preço e fiscalização;
2.7.2 Garantia da instalação, segurança da instalação e dos empregados;
2.7.3 Análise de Risco na fase de revisão de projeto (SCE = Safety Critical Elements) com foco em Segurança durante a etapa de Implantação / Execução da obra de Usinas.
2.8 Aspectos Regulatórios associados à geração térmica.
2.8.1 Impacto da regulação na operação, implantação e concessão de novas usinas;
2.8.2 Metas de descarbonização para o setor: impactos e conquistas;
2.8.3 Impactos referentes aos Leilões de Reserva de Capacidade;
2.8.4 Aspectos associados ao ensino, inovação, novas tecnologias de combustão, equipamentos e estruturas térmicas;
2.8.5 Aspectos regulatórios, sociais e econômicos envolvidos no encerramento de atividades de usinas movidas a combustíveis fósseis (especialmente carvão e óleo) e a reconversão dessas áreas;
2.8.6 Estudos de resiliência climática de usinas termelétricas a eventos climáticos extremos.
2.9 Métodos, técnicas, instrumentos e mecanismos técnicos e financeiros visando à ampliação da eficiência energética de equipamentos, edificações, sistemas, processos e produtos:
2.9.1 Estudos de modelagem e simulação para incremento de eficiência energética;
2.9.2 Diagnósticos, ferramentas, monitoramento inteligente e análises de eficiência energética de equipamentos, sistemas, plantas industriais e edificações;
2.9.3 Cogeração e multigeração de energia;
2.9.4 Indústria 4.0, automação industrial, digitalização e tecnologias correlatas;
2.9.5 Eficiência energética em edificações, edificações NZEB e Datacenters;
2.9.6 Modelos de financiamento e mecanismos de mercado para projetos de eficiência energética como empréstimo coletivo, créditos de carbono, leilões, entre outros;
2.9.7 Integração entre eficiência energética, armazenamento de energia, resposta da demanda e gestão ativa do consumo.
2.10 Regulação, políticas públicas e programas de eficiência energética, inclusive educacional e de capacitação:
2.10.1 Estudo de casos de eficiência energética relacionados com os diversos segmentos de consumidores e de empresas da indústria de energia;
2.10.2 Redução de perdas de energia em equipamentos, processos e sistemas;
2.10.3 Avaliação e acompanhamento de programas de eficiência energética nos consumidores e concessionárias;
2.10.4 Desenvolvimento de casos práticos de implantação de Medição e Verificação (M&V) por programa e por projeto de eficiência energética;
2.10.5 Implantação de projetos de geração distribuída com solução integrada à eficiência energética, não sendo aceitos artigos só sobre geração distribuída;
2.10.6 Cidades inteligentes e Iluminação pública eficiente: projetos e gestão;
2.10.7 Eficiência energética aplicada à mobilidade urbana, eletromobilidade e sistemas de transporte;
2.10.8 Gestão energética municipal e estadual;
2.10.9 Gestão energética em empresas, incluindo a aplicação de normas nacionais e internacionais como a família ISO 50.000;
2.10.10 PROCEL e PEE: Desafios, oportunidades de fortalecimento e sinergias;
2.10.11 Avanços normativos, regulatórios e modelos de negócios para concessionárias e empresas, visando incentivar a eficiência energética;
2.10.12 Eficiência Energética como indutora da Transição Energética e ferramenta de ESG;
2.10.13 Eletrificação de Processos Térmicos;
2.10.14 Métricas de desempenho em tempo real (M&V 2.0);
2.10.15 Resposta da demanda e gestão de carga ativa.
2.11 Aspectos educacionais e conscientização acerca da conservação de energia e da eficiência energética:
2.11.1 Programas de educação voltados à eficiência energética para diversas fases do ensino formal;
2.11.2 Inserção ou aperfeiçoamento do ensino relacionados à eficiência energética nos programas educacionais de governo;
2.11.3 Promoção da eficiência energética através de campanhas de conscientização e mudança comportamental, com medição de resultados; técnicas de ciência comportamental e gamificação entre outras;
2.12 Inovação tecnológica aplicada à eficiência energética.
2.12.1 Projetos e programas de inovação tecnológica;
2.12.2 Digitalização de equipamentos, processos e sistemas que promova eficiência energética;
2.12.3 Digitalização e eficiência energética nos segmentos público e privado como saneamento, industrial, comercial, edificações, entre outros;
2.12.4 Aplicação de inteligência artificial para eficiência energética;
2.12.5 Modelos de negócios inovadores voltados à eficiência energética;
2.12.6 Simulação utilizando técnicas avançadas como “digital twins” e ferramentas correlatas;
2.12.7 Cibersegurança em sistemas e equipamentos para eficiência energética com proteção de dados e infraestrutura.
3. Grupo de Estudo de Linhas de Transmissão - GLT
Escopo
Estudos técnicos para definição das características das linhas de transmissão aéreas (LTA), subterrâneas e subaquáticas (LTS). Projeto, construção, operação e manutenção de linhas de transmissão. Aspectos relativos a impactos ambientais, efeitos eletrostáticos e eletromagnéticos. Estudos para avaliação do desempenho de linhas de transmissão e definição das características básicas dos materiais utilizados. Ensaios e inspeção de materiais. Estudos técnicos e econômicos para os projetos, elétrico, mecânico, civil e estrutural de linhas de transmissão, incluindo aspectos relacionados com a construção e a manutenção em linha viva. Custos e comparações técnicas e econômicas de alternativas. Aspectos de monitoramento, novas tecnologias, confiabilidade e segurança.
Temário
3.1 Novas concepções e tecnologias para LTs CA e/ou CC e seus componentes:
3.1.1 Projeto e construção de LTs com soluções inovadoras e/ou não convencionais, incluindo fundações especiais para solos de difícil execução;
3.1.2 Soluções inovadoras para redução do impacto visual de LTs aéreas, incluindo soluções compactas para áreas urbanas, estruturas especiais, postes metálicos e cabps protegidos;
3.1.3 Desenvolvimento e aplicação de novos materiais em LTs;
3.1.4 Aspectos de manutenção em LTs energizadas considerados nas fases de concepção e projeto;
3.1.5 Aspectos técnicos, econômicos e construtivos de grandes travessias em LTs aéreas;
3.1.6 Limites e técnicas aplicáveis em métodos construtivos destrutivos e não destrutivos em sistemas de cabos de potência CA terrestres;
3.1.7 Operação e esquemas de proteção em linhas mistas CA (LTA + LTS);
3.1.8 Conceitos sobre sistemas especiais de aterramento em sistemas de cabos de potência CA, no tocante a acessórios, perdas máximas e outros aspectos relevantes;
3.1.9 Material de envoltória (backfill) de cabos de potência, conceitos sobre “composições das misturas”, com vistas a garantir os aspectos térmicos e mecânicos;
3.1.10 Projeto e implementação de estruturas de transição aérea-subterrânea/subaquática;
3.1.11 Estudos para substituição de linhas aéreas por subterrâneas.
3.2 Aspectos ambientais, de saúde e segurança ocupacional e da população:
3.2.1 Campos Elétricos e Magnéticos: metodologias de cálculo, medições, atendimento à legislação e experiências práticas.
3.2.2 Técnicas para mitigação de campos elétricos e magnéticos em linhas aéreas e sistemas de cabos de potência;
3.2.3 Gestão de risco de saúde e segurança ocupacional na construção e manutenção de LTs;
3.2.4 Avaliação, mitigação e gestão de risco de saúde e segurança com a população;
3.2.5 Avaliação e mitigação dos riscos de furto e vandalismo em LTs;
3.2.6 Técnicas para redução do impacto ambiental durante a construção de novas LTs;
3.2.7 Tecnologias utilizadas para proteção individual e coletiva em LTs;
3.3 Uso e ocupação das faixas de passagem de LTs:
3.3.1 Aspectos técnicos, legais e de segurança;
3.3.2 Metodologias e práticas de estudos de interferências, desmatamento e preservação das faixas de passagem;
3.3.3 Experiência no uso e compartilhamento de faixas de passagem com outras instalações ou infraestruturas, com uso de métodos construtivos não destrutivos;
3.3.4 Aspectos de projeto, construção e manutenção de LTs considerando a ocupação das faixas de passagem, sobretudo em áreas urbanas ou densamente ocupadas.
3.4 Aspectos de segurança, confiabilidade e disponibilidade das LTs:
3.4.1 Impactos no projeto e na manutenção de LTs diante de alterações em parâmetros meteorológicos, bem como a modelagem do comportamento desses parâmetros;
3.4.2 Níveis de confiabilidade estrutural para projeto de LTs;
3.4.3 Experiência no restabelecimento da transmissão após eventos permanentes, incluindo eventos climatológicos extremos;
3.4.4 Novas técnicas, recursos e procedimentos de inspeção de LTs;
3.4.5 Experiência com implantação e manutenção de LTs com cabos subterrâneos e/ou submarino/subaquáticos;
3.4.6 Experiência com a operação e manutenção de LTs em áreas urbanas ou densamente ocupadas;
3.4.7 Critérios de proteção e operação ótimos para LTs com impacto da parcela variável no projeto, nos componentes e nos procedimentos de manutenção;
3.4.8 Técnicas de avaliação da corrosão em elementos metálicos de LTs aéreas e subterrâneas;
3.4.9 Aspectos do desempenho de isoladores cerâmicos e poliméricos em LTs aéreas;
3.4.10 Impactos dos desligamentos de LTs aéreas provocados por fatores internos e externos;
3.4.11 Avaliação do comportamento de LTs sobrecarregadas em curto prazo considerando parâmetros meteorológicos;
3.4.12 Avaliação do comportamento de LTs considerando a interligação de novos projetos de energia renovável e cenários de “curtailment”;
3.4.13 Avaliação de risco estrutural de ativos antigos em áreas urbanas.
3.5 Estudos de desempenho de LTs e seus componentes:
3.5.1 Aspectos relativos às comparações técnicas e econômicas na construção, operação, inspeção e manutenção;
3.5.2 Reavaliação de conceitos, parâmetros ambientais, critérios, projetos e materiais que se mostraram inadequados à expectativa da sua eficácia na aplicação em campo;
3.5.3 Estudos sobre a gestão de ativos, considerando aspectos de expectativa de vida útil, economicidade, segurança, entre outros;
3.5.4 Aspectos de descomissionamento de sistemas de cabos de potência nos diversos âmbitos da atividade das LTs subterrâneas;
3.5.5 Estudos sobre o impacto dos parâmetros ambientais e meteorológicos no desempenho de linhas de transmissão aéreas e subterrâneas;
3.5.6 Experiência na medição de resistividade do solo, modelagem geoelétrico e medição de resistência de aterramento em solos de alta resistividade e seus impactos no projeto, operação e manutenção de linhas de transmissão aéreas.
3.6 Aplicação de tecnologias não convencionais ou complementares em LTs:
3.6.1 Aplicação dos Veículos Aéreos Não Tripulados (VANTs ou Drones) em procedimentos de avaliação, construção e manutenção de LTs;
3.6.2 Monitoramento e análise de parâmetros ambientais, metereológico, mecânicos e elétricos aplicados às LTs.
3.6.3 Experiência prática na implantação de soluções de inovação aplicadas em LTs.
3.7 Reforma, melhoria e recapacitação de linhas de transmissão
3.7.1 Projeto e implantação de recapacitação e repotenciação de LTs considerando a reutilização dos ativos em operação;
3.7.2 Estudos e experiências práticas na aplicação de critérios para reforma, melhoria, recapacitação e repotenciação de linhas aéreas e subterrâneas.
3.8 Digitalização dos ativos e seus processos de operação e manutenção de linhas de transmissão
3.8.1 Metodologia BIM (Building Information Modeling) aplicada no projeto, construção e manutenção de LTs;
3.8.2 Modelos digitais para verificação de crescimento vegetativo e invasão populacional nas proximidades das LTs;
3.8.3 Modelos digitais para evitar risco de desligamento de LTs por queimadas.
3.8.4 Monitoramento, coleta e tratamento de dados de LTs para avaliação do desempenho operacional e apoio a projetos futuros;
3.8.5 Experiência na aplicação de conceitos de robótica, inteligência artificial, aprendizado de máquina e ciência de dados aplicados ao projeto, construção, operação, inspeção e manutenção de linhas de transmissão.
3.8.6 Sensores, equipamentos, métodos de monitoramento e diagnóstico aplicados na construção e manutenção de LTs.
3.9 Mudanças climáticas, resiliência e adaptação das linhas de transmissão.
3.9.1 Revisão de critérios de projeto em função das mudanças climáticas;
3.9.2 Resiliência frente ao aumento da frequência/intensidade de eventos extremos;
3.9.3 Adaptação de ativos existentes, incluindo a avaliação de confiabilidade de sistemas legados frente a novos critérios de projeto decorrentes das mudanças climáticas;
3.9.4 Estudos prospectivos de cenários climáticos;
3.9.5 Estratégia de mitigação e adaptação para LTs.
4. Grupo de Estudo de Análise e Técnicas de Sistemas de Potência - GAT
Escopo
Estudos de modelos e ferramentas para avaliação do desempenho de sistemas de potência CA e CC e definição das características elétricas de seus componentes. Avaliação do desempenho dos equipamentos elétricos CA e CC nos sistemas de potência. Ensaios das instalações e/ou equipamentos que integram os sistemas elétricos. Métodos de simulação para determinação das condições dos sistemas de potência. Estudo, análise e aplicação de métodos e/ou equipamentos CA e CC para melhorar o desempenho do sistema em regime permanente, transitório e dinâmico (compensação reativa, regulação de tensão, religamento e eletrônica de potência).
Temário
4.1 Métodos, modelos e ferramentas para estudos de sistemas de potência envolvendo:
4.1.1 Sistemas de transmissão CA, elos CC e equipamentos FACTS;
4.1.2 Inserção em sistemas de transmissão de novos agentes e novas tecnologias, por exemplo: geração térmica a gás a ciclo combinado, fontes renováveis de energia e fontes conversoras de tensão (Inverted-based Resources-IBR);
4.1.3 Sistemas de medição fasorial sincronizada;
4.1.4 Modelagem e validação de modelos computacionais de fontes de geração convencionais e fontes renováveis de energia, como por exemplo, parques eólicos ou fotovoltaicos, a partir dos resultados de ensaios realizados em campo;
4.1.5 Aperfeiçoamentos e desenvolvimentos de metodologias e modelagens em ferramentas computacionais de análise de sistemas de potência; e
4.1.6 Modelagem e análise de conversores fonte de tensão (VSC) com aplicações voltadas para transmissão aérea, Formação de Redes (Grid Forming Converters – GFM), submarina (offshore) ou em back-to-back para integração de renováveis ou redes com baixo nível de curto-circuito.
4.2 Dinâmica de sistemas de potência:
4.2.1 Estudo, simulação e análise da estabilidade angular;
4.2.2 Estabilidade de frequência e estabilidade de tensão;
4.2.3 Estudo, simulação e análise da estabilidade de ressonâncias;
4.2.4 Estudo, simulação e análise da estabilidade entre conversores;
4.2.5 Ferramentas híbridas para simulação ampliada na escala de tempo ou em múltiplas escalas de tempo;
4.2.6 Análise da segurança dinâmica; e
4.2.7 Identificação e modelagem da carga, parâmetros de geradores e controladores.
4.3 Controle aplicado a sistemas de potência, considerando novas técnicas:
4.3.1 Modelagem e otimização de controladores visando maior economia e segurança, assim como menor interação adversa;
4.3.2 Técnicas, critérios e desempenho de controle de tensão e potência reativa de sistemas interligados e de transmissão a longa distância;
4.3.3 Procedimentos, equipamentos, incluindo Grid Forming Converters, e otimização de controles de fontes intermitentes e convencionais para a recuperação do SIN após perda intempestiva das injeções de grandes blocos de potência;
4.3.4 Controles e proteções para operação de elos CC, incluindo esquemas multiterminais, topologias híbridas e conversores CC/CC;
4.3.5 Normatização de requisitos de sistemas de controle de equipamentos integrados aos sistemas de transmissão; e
4.3.6 Controles avançados e aplicados em sistemas de potência.
4.4 Análise do desempenho de sistemas de potência considerando:
4.4.1 Interação entre elos CC eletricamente próximos e operando em redes com baixo nível de curto-circuito;
4.4.2 Múltiplos elos de corrente contínua convergindo na mesma região elétrica (DC Multi-infeed);
4.4.3 Múltiplos conversores VSC convergindo na mesma região elétrica (SSCI);
4.4.4 Uso de elos de corrente contínua VSC como forma de melhoria do desempenho sistêmico (controle de tensão, imunidade à falha de comutação, eliminação de defeitos na linha CC e autorrestabelecimento);
4.4.5 Múltiplos equipamentos de compensação reativa série e paralelo num tronco de transmissão;
4.4.6 Aumento da participação de geração não despachável (eólica e fotovoltaica por exemplo) no SIN;
4.4.7 Utilização de simuladores de tempo real nos estudos CA/CC, com destaque na escolha dos equivalentes e sua validade para os estudos do SIN; e
4.4.8 Etapa de comissionamento de instalações, ensaios complementares e otimização de controles sistêmicos.
4.5 Grandes perturbações no SIN:
4.5.1 Análise da perturbação e sua reprodução por simulação;
4.5.2 Comparação dos registros das unidades de medição fasorial e registradores de longa duração com resultados de simulação;
4.5.3 Avaliação da validade dos modelos computacionais utilizados nas simulações, com o desempenho real dos equipamentos observados em campo durante a perturbação;
4.5.4 Impactos no planejamento, operação e recomposição do sistema; e
4.5.5 Análise do desempenho dos esquemas especiais de proteção e esquemas regionais de alívio de carga.
4.6 Métodos e critérios probabilísticos aplicados à operação de sistemas de potência:
4.6.1 Gerenciamento da confiabilidade do sistema de geração e transmissão; e
4.6.2 Gerenciamento da carga.
4.7 Armazenamento de energia (Storage):
4.7.1 Utilização de sistemas de armazenamento de energia de grande porte, incluindo BESS, visando mitigar o impacto da intermitência de fontes renováveis em sistemas de transmissão.
5. Grupo de Estudo de Proteção, Medição, Controle e Automação em Sistemas de Potência - GPC
Escopo
Princípios, projetos, aplicações, coordenação, desempenho e gerenciamento de sistemas de proteção, controle e automação de subestações, equipamentos, de sistemas para controle remoto e equipamentos e de sistemas de medição.
Temário
5.1. Sistemas locais e sistêmicos de proteção, automação, controle e medição, incluindo elos CC a dois e multiterminais:
5.1.1. Aplicações de novas filosofias e funções, metodologias e algoritmos;
5.1.2. Estudos e filosofias para ajustes, coordenações e configurações para os sistemas de proteção;
5.1.3. Análise do desempenho, estatísticas e indicadores;
5.1.4. Manutenção, automonitoramento, tratamento de falhas ocultas, gerenciamento de registros oscilográficos;
5.1.5. Ferramentas computacionais, e integração de bases de dados;
5.1.6. Integração funcional, redundância e confiabilidade;
5.1.7. Projetos, implantações e modernizações relevantes;
5.1.8. Equipamentos, técnicas e experiências com ensaios, modelos e simulações;
5.1.9. Testes de sistemas e funções distribuídas e dispositivos inteligentes.
5.2. Esquemas especiais de proteção:
5.2.1. Desenvolvimentos, experiências e procedimentos para a implantação e revisão;
5.2.2. Arquiteturas, redundância e confiabilidade;
5.2.3. Ensaios, modelos e simulações;
5.2.4. Desempenho, estatísticas e indicadores;
5.2.5. Aplicações a sistemas de geração intermitente e a grandes consumidores.
5.3. Aplicações da norma IEC 61850:
5.3.1. Requisitos e experiências de projeto, implantação, testes e manutenção de aplicações com barramento de processo, barramento de subestação e sincronismo de tempo em subestações digitais;
5.3.2. Modernizações e ampliações em instalações existentes;
5.3.3. Arquiteturas de sistemas de proteção, automação e controle, incluindo aspectos de redundância, confiabilidade, virtualização e monitoramento em tempo real das redes de comunicação;
5.3.4. Segurança cibernética relacionado ao sistema de proteção, controle e supervisão;
5.3.5. Aplicações e experiências com transformadores de instrumentos de baixa potência (LPIT);
5.3.6. Aplicação e desenvolvimento de ferramentas para projeto, gestão, monitoramento e testes utilizando arquivos padrão;
5.3.7. Experiências em desenvolvimento, implantação e testes de sistemas de monitoramento de redes utilizadas pelos sistemas de proteção, controle e supervisão em aplicações com barramento de processo.
5.4. Novas tecnologias em sistemas de proteção, automação e controle:
5.4.1. Proteção adaptativa e WAMPACS;
5.4.2. Aplicações de Inteligência Artificial – IA em sistemas de proteção, automação e controle;
5.4.3. Aplicação de PMU em sistemas de proteção, automação e controle.
5.5. Perturbações no sistema elétrico:
5.5.1. Análise de perturbações relevantes e estudos de casos;
5.5.2. Análise de distúrbios atípicos, lições aprendidas e propostas para não recorrência;
5.5.3. Ferramentas de análise de perturbações, localização de faltas e integração com outras fontes de dados (queimadas, descargas atmosféricas etc.).
5.6. Smart Grids (inclusive na distribuição):
5.6.1. Perspectivas e experiências em proteção, automação e controle de Smart Grids;
5.6.2. Impactos da implantação dessas novas tecnologias sobre os sistemas de proteção, automação, controle e medição;
5.6.3. Assuntos de proteção e controle relacionados à tecnologia de Smart Grid, incluindo microrredes, cidades inteligentes, eletrificação dos transportes, automação da distribuição entre outros.
5.7. Fontes de energia distribuída (geração eólica, geração solar, sistemas de armazenamento de energia, etc.) e seus impactos na automação e proteção:
5.7.1. Proteção, automação, controle e medição;
5.7.2. Impacto da conexão dessas novas tecnologias sobre os sistemas de proteção, controle e do sistema elétrico.
5.8. Aspectos técnicos e gerenciais da gestão de ativos e da manutenção nos sistemas de proteção, medição, controle e automação:
5.8.1. Gerenciamento do ciclo de vida dos ativos de proteção, medição, controle e automação;
5.8.2. Gestão do desempenho de sistemas de proteção, automação, controle e medição;
5.8.3. Implantação, expansões, manutenção e retrofit;
5.8.4. Técnicas e métodos aplicados à manutenção em ativos de proteção, medição, controle e automação;
5.8.5. Armazenamento de informações de projeto e configuração, assim como de alterações posteriores;
5.8.6. Estado atual e desafios na gestão de ativos;
5.8.7. Aspectos regulatórios e seus impactos e desafios para os sistemas de proteção, medição, controle e automação.
5.9. Desafios no treinamento e capacitação dos profissionais e gestores da área de proteção, controle medição e automação.
6. Grupo de Estudo de Comercialização, Economia e Regulação do Mercado de Energia Elétrica - GCR
Escopo
Comercialização de energia elétrica: mercados – estruturas de mercado, operações do curto ao longo prazo; mecanismos de estabilização de preços; mercado de futuros, opções e derivativos; contratos bilaterais; custos das transações; avaliação e gestão do risco, métodos e ferramentas aplicadas às transações de mercado; interação entre os mercados de energia elétrica e gás natural; integração de recursos energéticos distribuídos; armazenamento; gestão pelo lado da demanda; flexibilidade dos sistemas elétricos; e a ampla expansão ao mercado de varejo. Economia do setor de energia elétrica: monitoramento dos efeitos econômicos do balanço oferta e demanda; avaliação do desempenho das empresas de geração e transmissão, comercializadoras e distribuidoras; agentes da operação interligada, do mercado de comercialização e de planejamento; regulação e segurança de mercado, mecanismos de proteção, supervisão financeira, monitoramento e transparência de mercado. Regulação do setor de energia elétrica: objetos da regulação técnica e econômica e gerencial, extensão e limites; acesso à rede, sinalização econômica; arbitragem; tipos de regulação; métodos, mecanismos e instrumentos de regulação; arcabouço legal, legislação e regulamentação; harmonização da regulação em mercados integrados, integração regional de mercados e regulamentação econômica e financeira.
Temário
6.1 No tocante à Comercialização de energia elétrica:
6.1.1 Produtos e serviços;
6.1.2 Gestão de risco;
6.1.3 Mecanismos para formação de preços;
6.1.4 Produtos para aumento da liquidez na comercialização;
6.1.5 Ampliação da Comercialização no varejo – melhores práticas;
6.1.6 Aspectos das fontes renováveis, incluindo a geração distribuída, os consumidores-geradores e os recursos energéticos distribuídos;
6.1.7 Aplicações de novas tecnologias na comercialização – blockchain, inteligência artificial, geração virtual, armazenamento, hidrogênio renovável, mercado de carbono etc.;
6.1.8 Flexibilidade dos sistemas elétricos – resposta da demanda, armazenamento, usinas virtuais (VPPs), mercados locais de flexibilidade e serviços ancilares;
6.1.9 Monitoramento e supervisão de mercado, transparência, governança de dados e inteligência de mercado.
6.2 No tocante à Economia de energia elétrica:
6.2.1 Preços e competitividade mundial do Brasil;
6.2.2 Integração com o mercado de gás natural;
6.2.3 Performance, governança e rentabilidade das empresas do setor elétrico;
6.2.4 Integração e balanceamento da distribuição no atacado e varejo;
6.2.5 Novos modelos econômicos no segmento de distribuição;
6.2.6 Gestão de crises, resiliência dos mercados e adaptação a eventos climáticos extremos;
6.2.7 Adequação de recursos, segurança de suprimento e mecanismos de capacidade;
6.2.8 Novos modelos econômicos para integração entre distribuição, comercialização, prosumidores e comunidades energéticas.
6.3 No tocante à Regulação de energia elétrica:
6.3.1 Experiência internacional em formação de preços e leilões de energia;
6.3.2 Aperfeiçoamento regulatório e institucional no Brasil;
6.3.3 Estratégias para participação em leilões de geração e de transmissão;
6.3.4 Revisão tarifária;
6.3.5 Ciclo de vida de ativos e fim de vida útil regulatória;
6.3.6 Renovação das concessões;
6.3.7 Fontes renováveis, Geração distribuída e tarifação flexível.
6.3.8 Inserção de novas tecnologias, tais como veículos elétricos, armazenamento, hidrogênio renovável, mercado de carbono etc.;
6.3.9 Integração regional de mercados, harmonização regulatória e compartilhamento de recursos energéticos e reservas operativas.
7. Grupo de Estudo de Planejamento de Sistemas Elétricos - GPL
Escopo
Estudos de planejamento da expansão dos sistemas de potência, envolvendo os aspectos de mercado, energéticos, elétricos, de composição do parque gerador e aspectos socioambientais. Aspectos técnicos e econômicos da utilização de fontes não convencionais, de cogeração e de novas tecnologias de transmissão no planejamento. Métodos e modelos de planejamento integrado geração/transmissão e de previsão do mercado de energia elétrica. Compatibilização do planejamento da rede básica com a rede de subtransmissão. Utilização de critérios probabilísticos ou de confiabilidade diferenciada no planejamento da expansão do sistema. Definição das ampliações das grandes interligações regionais e internacionais. Avaliação de alterações topológicas no sistema de transmissão, inclusive com o uso de tecnologias CA e/ou CC e dispositivos de eletrônica de potência. Estudos para suprimento de grandes centros urbanos e outras regiões com elevada complexidade ou sensibilidade socioambiental. Impacto da introdução de novas tecnologias no lado da oferta e da demanda nos estudos planejamento de sistemas elétricos. Gestão de ativos de transmissão com foco no planejamento e no fim de vida útil de instalações.
Temário
7.1 Planejamento da expansão considerando a diversificação da matriz energética
7.1.1 Proposição de novas metodologias para o planejamento integrado elétrico e energético de médio e longo prazos;
7.1.2 Aprimoramento das metodologias, ferramentas e modelos para uma representação precisa das fontes de geração e/ou da representação da carga;
7.1.3 Avaliação dos impactos da inserção e de complementariedade de diferentes fontes de energia na matriz energética, especialmente recursos renováveis;
7.1.4 Repotenciação e modernização de usinas hidrelétricas à luz da Lei 12.783/2013;
7.1.5 Ampliação da oferta de geração para atendimento à demanda de energia elétrica do SIN;
7.1.6 Metodologias e propostas para valorar a disponibilidade de potência das diferentes tecnologias para atendimento à demanda de ponta do sistema elétrico brasileiro;
7.1.7 Planejamento da expansão considerando sistemas de armazenamento de energia;
7.1.8 Metodologias para planejamento integrado de recursos;
7.1.9 Metodologias para previsão do mercado de energia elétrica;
7.1.10 Desenhos de mercado e mecanismos comerciais que induzam a neutralidade tecnológica e evitem barreiras de entrada de novas tecnologias;
7.1.11 Planejamento da geração considerando aspectos relacionados a mudanças climáticas e políticas de redução de emissão de gases de efeito estufa;
7.1.12 Desenvolvimento de métodos e algoritmos para otimização da operação de geração que visem reduzir o curtailment, considerando variáveis como previsão de demanda, previsão de geração e gerenciamento de armazenamento de energia.
7.2 Planejamento da transmissão considerando incertezas e a nova matriz energética:
7.2.1 Planejamento da expansão da transmissão considerando aspectos relacionados a mudanças climáticas e resiliência de redes elétricas;
7.2.2 Contribuições na definição dos critérios de planejamento da transmissão considerando incertezas, aspectos probabilísticos e confiabilidade;
7.2.3 Aprimoramento das metodologias, ferramentas e modelos existentes para consideração das fontes de geração renovável variável, considerando também o crescimento do mercado livre, da mini e microgeração distribuída (MMGD) e geração concentrada conectadas à rede de distribuição;
7.2.4 Propostas de melhorias para evitar o descompasso entre os planejamentos da expansão da transmissão e da distribuição;
7.2.5 Otimização da utilização da rede elétrica existente considerando novas tecnologias;
7.2.6 Aprimoramento de metodologias para priorização de investimentos em ativos para a substituição em caso de final de vida útil de instalações e impacto no planejamento da expansão;
7.2.7 Utilização de novas tecnologias no sistema de transmissão para melhoria do desempenho, redução de custos e perdas do sistema, na integração de grandes blocos de geração e intercâmbios elevados;
7.2.8 Integração da segurança física, cibernética e elétrica com técnicas de gestão de ativos na geração e na transmissão;
7.2.9 Influência na gestão de ativos do impacto na digitalização e nas tecnologias de smart grid, na operacionalização e no gerenciamento dos sistemas elétricos.
7.3 Planejamento da oferta considerando incertezas:
7.3.1 Discussão de critérios e metodologias para planejamento da geração, incluindo a avaliação de custos marginais de expansão e risco de suprimento;
7.3.2 Metodologias de otimização para o planejamento da expansão energética sob incertezas;
7.3.3 Metodologia para cálculo dos requisitos sistêmicos, incluindo as necessidades de reserva operativa e serviços ancilares.
7.4 Tarifação de uso da transmissão e da distribuição, valoração das perdas e custos de referência:
7.4.1 Alocação de fatores de perdas no sistema de transmissão nos empreendimentos de geração;
7.4.2 Aprimoramentos no sinal locacional vigente das tarifas de uso da rede elétrica e outras formas e metodologias de remuneração de ativos de transmissão;
7.4.3 Sugestões de aprimoramento da metodologia de definição dos custos de referência das instalações de transmissão utilizados nos processos licitatórios;
7.4.4 Término da vida útil regulatória dos equipamentos na Rede Básica: avaliações de consequências e proposição de propostas de atuação no tema;
7.4.5 Discussão sobre critério de tarifação de uso das transformações entre a rede básica e níveis de tensão inferiores, considerando o crescimento da MMGD e a geração concentrada conectada à rede de distribuição.
7.5 Novas metodologias para avaliação e monitoramento de impactos socioambientais:
7.5.1 O reflexo das ações e programas socioambientais (Ibama, Iphan, Funai, Ministério da Saúde etc.) nos custos dos projetos de transmissão de energia elétrica, com proposições de metodologias que possibilitem a precificação nas avaliações de planejamento;
7.5.2 A influência do custo fundiário no planejamento da expansão das linhas de transmissão e metodologias para a sua consideração nas avaliações econômicas;
7.5.3 Identificação de questões ambientais que mais impactam a implantação de empreendimentos de transmissão e de geração.
7.5.4 Metodologias para precificação de carbono e/ou benefícios ambientais;
7.5.5 Metodologia para avaliação do impacto dos usos múltiplos da água no Setor Elétrico;
7.5.6 Estudos sobre a resiliência do sistema elétrico frente a eventos extremos, como desastres naturais, e o planejamento de contingência;
7.5.7 Planejamento e operação das usinas hidrelétricas em um cenário de mudança climática, abordando a eficiência no uso e a gestão de reservas, e a influência de usinas reversíveis.
7.6 Integração eletroenergética na América Latina:
7.6.1 Benefícios, obstáculos técnicos, aspectos regulatórios e de mercado;
7.6.2 Novos projetos de médio e longo prazo;
7.6.3 Ampliação das interligações entre as regiões e com outros países.
7.6.4 Desenho de mercado visando a integração eletroenergética na América Latina.
8. Grupo de Estudo de Subestações e Equipamentos de Alta Tensão - GSE
Escopo
Concepção geral, estudos de viabilidade técnico econômicos para definição das características dos equipamentos), projetos civil, elétrico e mecânico, construção, desempenho, supervisão e operação, monitoramento e manutenção de subestações de potência (convencionais, abrigadas, isoladas a gás), industriais ou de sistemas de geração, transmissão e distribuição de tensões mais elevadas, incluindo conversoras CA/CC. Aspectos de confiabilidade e segurança. Especificação, projeto, fabricação, instalação, ensaios, operação, manutenção e monitoramento e desempenho de equipamentos para subestações como: capacitores, equipamentos de manobra, conversores, filtros, para-raios e outros (exceto geradores, transformadores e reatores). Sistemas de proteção contra descargas atmosféricas. Aspectos de projeto relativos a aterramento e compatibilidade eletromagnética. Questões relacionadas com inovação e tecnologia de subestações e equipamentos de alta tensão.
Temário
8.1. Requisitos e inovações no contexto da transição energética
8.1.1. Estudos de caso de equipamentos de alta tensão “SF6-free” e a vácuo em aplicações reais;
8.1.2. Upgrading e uprating das instalações decorrentes do impacto das mudanças climáticas, expansão da geração renovável, ou requisitos não planejados;
8.1.3. Integração de novas funcionalidades em subestações, associadas ao armazenamento de energia, compensação síncrona e conexão a datacenters;
8.1.4. Gestão da vida útil de instalações existentes considerando obsolescência e sustentabilidade;
8.1.5. Iniciativas para fortalecer resiliência, redução de CO2, confiabilidade e segurança das subestações;
8.1.6. Atendimento à base regulatória, procedimentos de rede, subestações compartilhadas, novas tecnologias de modelagem e armazenamento de dados dos equipamentos;
8.1.8. Implantação e integração de metodologia BIM nos projetos de subestações elétricas, especificações, requisitos, digitalização e desafios para projeto conforme construído;
8.1.9. Experiência em aplicação IA, machine learning e ferramentas para otimização e padronização de projetos;
8.1.10. Especificação e requisitos para novas subestações coletoras e subestações híbridas;
8.1.11. Viabilidade de Subestações geograficamente isoladas, projeto e regulamentação;
8.1.12 Otimização para posicionamento de novas subestações no SIN.
8.2. Novas tecnologias de equipamentos, estratégias de manutenção, monitoramento e diagnóstico de equipamentos da subestação:
8.2.1. Experiências com LPITs na cadeia de medição de baixa potência (medição, proteção e faturamento) em subestações;
8.2.2. Ocorrências de falhas recorrentes em equipamentos de alta tensão, com foco em causa raiz, solução, mitigação e prevenção;
8.2.3. Diagnóstico avançado e asset health de equipamentos: Casos de uso de sensores, dados operacionais, modelos analíticos e IA explicável para diagnóstico e decisão de manutenção em disjuntores, para-raios, TIs e outros ativos;
8.2.4. Soluções de monitoramento e diagnóstico on-line e off-line de equipamentos e seu impacto na avaliação da confiabilidade;
8.2.5. Aplicações da técnica de termografia infravermelha no diagnóstico de equipamentos e instalações.
8.2.6. Estratégias de manutenção de ativos, tais como Manutenção Baseada em Confiabilidade, Manutenção Baseada em Risco e aplicação de controles iniciais.
8.3. Dimensionamento das instalações e equipamentos considerando requisitos de projeto e operação:
8.3.1. Dimensionamento e ocorrências em disjuntor central no arranjo DJM – Disjuntor e Meio;
8.3.2. Alta cadência de manobras em disjuntores: Avaliação dos impactos mecânicos, dielétricos e de manutenção associados a compensação reativa, recursos renováveis e novas estratégias operativas;
8.3.3. Confiabilidade de disjuntores com RPI – resistores de pré-inserção;
8.3.4. Impactos no Disjuntor durante a manobra de reativos e fenômenos associados como TRT, reignições, sobretensões, falhas de manobra, etc. e consequências para o equipamento;
8.3.5. Desempenho de para-raios de ZnO submetidos a regimes mais severos da rede;
8.3.6. Desempenho de isoladores poliméricos em subestações e equipamentos;
8.3.7. Experiências com chaveamento controlado e manobras especiais de equipamentos AT;
8.3.8. Ensaios de campo, comissionamento e validação pós-retrofit de equipamentos AT: Critérios de ensaio, diagnóstico e aceitação após instalação, ampliação, reparo, retrofit ou substituição parcial.
8.3.9. Experiência em projetos alternativos das instalações e tecnologia de equipamentos com foco nos maiores requisitos de segurança, prevenção de incêndio e descargas elétricas.
9. Grupo de Estudo de Operação de Sistemas Elétricos - GOP
Escopo
Estudos aplicados para a operação dos sistemas de potência abrangendo os pontos de vista tecnológico, econômico, hidrometeorológico, energético e elétrico; garantia de suprimento de energia e potência elétrica; estratégias de operação; critérios e hipóteses adotados ressaltando práticas operativas; métodos de simulação e análise operativa; segurança do sistema; abordagens técnicas de problemas operativos verificados e previstos; influência de estratégias e filosofias de controle no desempenho dos sistemas de potência. Operação econômica e de múltiplos usos. O impacto dos tipos de Parcela Variável – PV na operação do Sistema Interligado Nacional (SIN). Integração entre o planejamento da operação e a operação em tempo real. Concepção, especificação e análise de métodos para a recomposição do sistema elétrico após grandes desligamentos. Centros de Operação do Sistema (despacho): concepção geral, critérios e processos operativos, aplicação de software em tempo real e simuladores para a operação do sistema. Análise operativa de integração de Sistemas Isolados. Aplicação de novas técnicas computacionais no auxílio da operação dos sistemas elétricos como “Business Inteligence” (BI), inteligência artificial e “Machine Learning” (ML). As tecnologias disruptivas e seus impactos na operação.
Temário
9.1. Utilização de sistemas informatizados nas seguintes funções:
9.1.1. Visualizações de alto desempenho em sistemas de supervisão e controle;
9.1.2. Previsão de carga e geração fotovoltaica/eólica, para o curto e curtíssimo prazo considerando fatores climatológicos (radiação solar, temperatura, ventos, etc.);
9.1.3. Monitoramento de carregamentos de linhas e equipamentos de transmissão;
9.1.4. Uso de informações de PMU (medição fasorial);
9.1.5. Apoio à tomada de decisão em tempo real relativas ao sistema de potência e às instalações;
9.1.6. Mau funcionamento e detecção de erros em sistemas de supervisão e controle;
9.1.7. Integração de sistemas de informações operacionais e sistemas corporativos de gestão;
9.1.8. Detecção de condições operativas limites do sistema;
9.1.9. Utilização de simuladores na formação e atualização técnica das equipes de tempo real;
9.1.10. Aplicação de novas técnicas na operação dos sistemas de potência com BI, inteligência artificial e Machine Learning;
9.1.11. Envio de mensagens de texto com comandos operativos ou informes operativos;
9.1.12. Monitoramento de regiões dinâmicas de segurança elétrica em tempo real.
9.2. Operação dos sistemas de potência em condições normais e em contingências:
9.2.1. Em condições próximas aos seus limites operativos;
9.2.2. Aperfeiçoamento dos mecanismos de segurança para a operação do sistema elétrico;
9.2.4. Aspectos operativos da análise de perturbações;
9.2.5. Indicadores relacionados às perturbações;
9.2.6. Metodologias para avaliação da efetividade e da qualidade da prestação de serviços intrínsecos às funções contratadas remunerados por serviços ancilares;
9.2.7. Análise de desligamentos programados e não programados;
9.2.8. Operação integrada em um ambiente de múltiplos agentes;
9.2.9. Integração de sistemas isolados ao SIN;
9.2.10. Operação de interligações internacionais com o Brasil: benefícios, barreiras técnicas e regulatórias;
9.2.11. Planos de contingência para centros de operação, subestações e usinas;
9.2.12. Critérios de segurança elétrica e energética;
9.2.13. Medidas mitigadoras das consequências de contingências múltiplas no SIN, consideradas críveis;
9.2.14. Impactos da mudança climática na operação de sistemas de potência (seus efeitos atuais e mudanças de paradigmas na operação);
9.2.14. Análises do desempenho operacional e aplicações de Sistemas Especiais de Proteção (SEP e esquemas especiais associados) no SIN.
9.3. Recomposição do sistema de potência:
9.3.1. Modelagem e simulações;
9.3.2. Utilização de sistemas especialistas;
9.3.3. Critérios e tratamento estatístico;
9.3.4. Utilização de técnicas de inteligência artificial para tratamento de alarmes dos sistemas de supervisão e controle;
9.3.5. Medidas para agilizar o processo de recomposição, em condições adversas e com segurança, em um ambiente de múltiplos agentes, considerando também o uso das fontes renováveis intermitentes (eólica e solar) neste processo;
9.3.6. Indicadores relacionados a recomposições do sistema elétrico;
9.3.7. Treinamentos simulados de recomposição integrados com múltiplos Agentes;
9.3.8. Aplicações e resultados da operação de conversores e baterias com características “grid forming” (GFM) na operação (blackstarter, isolado etc.).
9.4. Operação em ambiente competitivo:
9.4.1. Planejamento energético, serviços ancilares, análises de risco, inserção de novos agentes e controle de carga e frequência;
9.4.2. Crescimento acelerado da geração distribuída – micro e minigeração distribuída (MMGD) e seus impactos, autoprodução, cogeração, baterias, usinas reversíveis, carro elétrico, o papel do consumidor, agregadores de carga e de Geração, curtailment e as relações entre os operadores de transmissão e distribuição e seus impactos na operação e nas variações de carga;
9.4.3. O papel de novos serviços ancilares no aumento da segurança operativa do SIN;
9.4.4. Congestionamento da transmissão: gestão e medidas preventivas;
9.4.5. Alocação de reserva de potência girante e definição das áreas de controle;
9.4.6. Sandboxes: iniciativas em andamento e possibilidades de aprimoramentos;
9.4.7. Incremento da interdependência energética dos subsistemas e da participação da geração termelétrica;
9.4.8. Incremento da exploração das fontes alternativas de energia;
9.4.9. Incremento da exploração de sistemas armazenadores de energia (baterias, usinas reversíveis etc.);
9.4.10. Exploração dos intercâmbios internacionais de energia e da integração energética entre os países da América do Sul;
9.4.11. Conflitos entre ambiente de operação cooperativo e ambiente competitivo entre os agentes;
9.4.12. Gestão da informação e qualidade na operação:
9.4.13. Implantação de sistemas de gestão da qualidade;
9.4.14. Uso de sistemas especialistas para possibilitar treinamento contínuo na otimização da gestão da operação;
9.4.15. Experiência na teleassistência de subestações e usinas e na integração dos processos da operação com a manutenção;
9.4.16. Gestão operacional de centros de controle, subestações e usinas, incluindo o inter-relacionamento e o compartilhamento entre diferentes agentes;
9.4.17. Gestão de processos operativos e dos fluxos de informação da operação em tempo real;
9.4.18. Gestão de informações meteorológicas para avaliação da segurança e identificação de eventos climatológicos extremos;
9.4.19. Gestão da diversidade de regras operativas com o uso da tecnologia da informação;
9.4.20. Auditorias operacionais.
10. Grupo de Estudo de Desempenho de Sistemas Elétricos - GDS
Escopo
Estudos, desenvolvimentos e recomendações de métodos, ferramentas e instrumentos para análise, medição e avaliação do desempenho de sistemas elétricos relacionado com a Análise Dinâmica do Sistema, Qualidade da Energia Elétrica, Compatibilidade Eletromagnética, Análise Transitória do Sistema incluindo Descargas Atmosféricas, Sobretensões de Manobra e Coordenação de Isolamento. Uso de diversas tecnologias, inclusive computacionais, para a melhoria do desempenho técnico do sistema.
Temário
10.1 Qualidade da energia elétrica (QEE):
10.1.1 Técnicas e procedimentos para diagnóstico e mitigação de problemas de qualidade de energia; curvas de sensibilidade e suportabilidade de equipamentos e processos industriais; impactos econômicos associados; avaliação dos limites de emissão e seus riscos para os equipamentos; técnicas para diagnóstico e compartilhamento de responsabilidade de emissões individuais de distúrbios com destaque para as distorções harmônicas de tensão e corrente; regulamentação; indicadores e gestão; estudo de casos;
10.1.2 Protocolos de medição; influência dos transdutores para medição de fenômenos de qualidade de energia; técnicas de processamento de sinais e gerenciamento de banco de dados;
10.1.3 Impactos na QEE da integração de instalações não lineares, como, fontes de energia eólica e solar conectadas através de inversores, elos CC e equipamentos FACTS, armazenamento de energia por baterias; cargas conectadas através de conversores com destaque a VEP, Data-Centers e Grandes instalações industriais;
10.1.4 Tratamento dos requisitos relativos à qualidade de energia; abordagens probabilísticas ao problema; métodos para a avaliação da modificação das tensões preexistentes pela integração de novos empreendimentos; capacidade de hospedagem dos sistemas quanto aos Recursos Energéticos Distribuídos RED, estudo de casos;
10.1.5 Sistemas de monitoramento em tempo real para a QEE com destaque às unidades de medição sincrofasoriais (PMUs).
10.2 Modelos e ferramentas para análise de desempenho de sistemas de potência:
10.2.1 Desenvolvimento de modelos de linhas de transmissão, subestações e equipamentos para aplicação em estudos de transitórios eletromagnéticos; estudo de casos;
10.2.2 Modelos de cargas lineares e não lineares; obtenção de equivalentes do sistema para análises dinâmicas e transitórias; estudos de casos;
10.2.3 Modelos para estudos dinâmicos e transitórios da integração de fontes renováveis alternativas, particularmente de usinas eólicas e solares no sistema de transmissão com destaque aos controles de frequência e tensão (primário e secundário), diferentes tecnologias de inversores incluindo (GFL, GFM e Híbrida); estudo de casos;
10.2.4 Simulações híbridas e paralelas utilizando técnicas de integração no domínio do valor fasorial (PD) e no domínio do valor instantâneo (EMT). Cossimulação. Simulação em tempo real (“hardware-in-the-loop”); estudos de casos;
10.2.5 Técnicas de IA e automatização voltados para modelagem e simulações para estudos em regime permanente, dinâmico e transitórios;
10.2.6 Desenvolvimento e disponibilização de modelos computacionais de equipamentos e instalações especiais;
10.2.7 Desenvolvimento de aplicações que utilizam dados de unidades sincrofasoriais (PMUs) e suas consequências no desempenho do sistema; comparação dos resultados de simulação com medições de campo; estudos de casos.
10.3 Descargas atmosféricas, sobretensões transitórias e coordenação de isolamento:
10.3.1 Definição e caracterização de parâmetros relevantes das descargas atmosféricas (Tipos de descargas, Distribuição de picos de corrente, Forma de ondas de corrente, Tempo de frente, Modelos de atratividade de descargas);
10.3.2 Estudos e pesquisas do impacto das descargas atmosféricas no desempenho de sistemas elétricos. Aplicação de para-raios em linhas de transmissão; desenvolvimento de modelos e metodologia para análise do desempenho de linhas e subestações frente a descargas atmosféricas diretas e indiretas; mitigação dos problemas; critérios e medidas corretivas; comparação de desempenho real e resultados de simulação, impacto na coordenação de isolamento de linhas de transmissão, estudo de casos;
10.3.3 Medição de parâmetros do aterramento de pé de torre que expressam direta ou indiretamente a expectativa de resposta das torres atingidas por descargas e o impacto no desempenho da linha de transmissão;
10.3.4 Análise das causas e efeitos de sobretensões temporárias e transitórias nos sistemas elétricos de potência, em suas instalações e equipamentos; métodos para controle de sobretensões; impacto das sobretensões transitórias no desempenho dos equipamentos e instalações; métodos para avaliação destes impactos; análise de ocorrências relacionadas com falhas em equipamentos;
10.3.5 Requisitos de sistema impostos a equipamentos e instalações de sistemas CA e CC e avaliação de critérios para especificação de equipamentos CA e CC; estudo de casos;
10.3.6 Aplicação de dispositivos para controle de sobretensões; novas tecnologias na coordenação do isolamento; medição de transitórios eletromagnéticos; ensaios com ondas não padronizadas.
10.4 Compatibilidade eletromagnética:
10.4.1 Campos elétrico e magnético provenientes de instalações CA e CC do sistema elétrico; efeitos dos campos elétricos e magnéticos sobre instalações; metodologias para cálculo, medição e mitigação dos efeitos adversos; limites admissíveis; estudo de fenômenos tipo corona e seus efeitos associados;
10.4.2 Interferências em baixa e alta frequência; procedimentos para análise, medição e mitigação dos problemas; critérios e medidas corretivas; impacto da regulamentação; estudo de casos;
10.4.3 Interferências causadas por fenômenos naturais; correntes geomagnéticas, procedimentos para análise, medição e mitigação dos problemas; estudos de casos.
11. Grupo de Estudo de Desempenho Ambiental de Sistemas Elétricos - GMA
Escopo
Gestão de Ativos, Economia Circular e Meio Ambiente: ciclo de vida: do planejamento ao descomissionamento; Licenciamento ambiental e metodologias de avaliação de impacto ambiental, incluindo impactos cumulativos e sinérgicos; Gestão de riscos socioambientais; Ferramentas para a mensuração e avaliação do desempenho ambiental; Utilização de inteligência artificial na elaboração de estudos, na avaliação e no monitoramento de impactos e nas análises de desempenho socioambiental. Sustentabilidade: o papel do setor elétrico: Transição energética: biodiversidade, mudanças climáticas e comunidades – oportunidades e desafios; Financiamento Sustentável; Renováveis (abordagem global): cadeia de suprimentos e a expansão para novos territórios. Engajamento com partes interessadas e aceitação pública: Estratégias de engajamento (comunidades tradicionais, populações indígenas); inclusão da participação pública nos processos de tomada de decisão; novas metodologia e ferramentas para avaliação e mensuração de impacto nas comunidades e no território; avaliação de impactos de direitos humanos.
Temário
11.1. Experiências e boas práticas para a melhoria do processo de planejamento e da gestão socioambiental, desde a implantação até o descomissionamento dos empreendimentos de geração e de transmissão, destacando:
11.1.1. Desafios e boas práticas socioambientais para a expansão da transmissão: aspectos regulatórios vis a vis os requisitos do processo de licenciamento ambiental; avaliação da qualidade dos estudos prévios à licitação – relatórios R3 e o impacto nos custos socioambientais; desafios do licenciamento ambiental;
11.1.2. Desafios e boas práticas no planejamento, licenciamento, viabilização social e gestão ambiental de empreendimentos de geração hidrelétrica (incluindo reversíveis), térmica tradicional (carvão, óleos combustíveis e gás), eólica (onshore e offshore), solar (terrestre e flutuante), biomassa. Armazenamento de energia em baterias;
11.2. Experiência das empresas do setor elétrico com relação a soluções baseadas na natureza; metodologias para a avaliação e ações implantadas para obter Impacto Líquido Nulo e Positivo na biodiversidade; projetos de pagamento por serviços ambientais; avaliação de impactos, dependências, riscos e oportunidades de acordo com as diretrizes da Taskforce on Nature-related Financial Disclosure – TNFD;
11.3. Experiências relacionadas a populações indígenas e outras populações tradicionais, patrimônio histórico, cultural e arqueológico: estudos e programas voltados para evitar, reduzir ou compensar interferências causadas pelos empreendimentos do setor; interação com as autoridades envolvidas no processo de licenciamento ambiental (Funai, Iphan, INCRA e outros), experiências relacionadas à consulta, livre, prévia e informada;
11.4. Interação com a sociedade e comunicação socioambiental, due dilligence e avaliação de impactos de direitos humanos, mensuração e avaliação de impactos de projetos socioambientais, mecanismos e soluções de compartilhamento de benefícios; mensuração e avaliação da geração de valor nos territórios; pobreza e justiça energética; gestão de conflitos; metodologias de participação pública;
11.5. Medidas de adaptação às mudanças climáticas e as implicações para o setor elétrico: desafios para reportar o escopo 3 nos inventários de emissões; iniciativas para redução das emissões na cadeia de valor; adaptações às mudanças climáticas; metodologias para mensuração de emissões de GEE em reservatórios de UHEs; controle do gás SF6, avaliação da vulnerabilidade dos empreendimentos do setor elétrico às mudanças climáticas, desafios e caminhos para uma transição energética justa;
11.6. Gestão da sustentabilidade empresarial e a economia circular na gestão de ativos: estratégias, inovação, mensuração, indicadores, comunicação. Gerenciamento de insumos (água, energia, combustível, papel, etc.) e de resíduos sólidos e perigosos. Due dilligence de fornecedores;
11.7. Questões socioambientais do setor elétrico: aspectos regulatórios e interação junto aos órgãos ambientais; acompanhamento e análise; custos socioambientais dos empreendimentos de G & T em operação frente às crescentes demandas da administração pública; análise da efetividade dos programas socioambientais; avaliação de impactos cumulativos e sinérgicos;
11.8. Reportes de Sustentabilidade: normas, padrões e exigências regulatórias. Experiências na aplicação de referências como ISSB (IFRS S1 e S2), GRI, TCFD, TNFD, TISFD.
12. Grupo de Estudo de Sistemas de Distribuição - GDI
Escopo
Princípios, projetos, modernizações, aplicações, construção, operação, manutenção, estudos, desenvolvimentos e gerenciamento de sistemas de distribuição de energia elétrica, contemplando a interação dessas redes com Recursos Energéticos Distribuídos (Geração Distribuída, Sistema de Armazenamento de Energia, Veículos Elétricos, Gerenciamento pelo Lado da Demanda e Eficiência Energética) e novos arranjos técnico comerciais (Microrredes, VPP, Agregadores de Serviços)
Temário
12.1 Redes de Distribuição até 34,5 kV:
12.1.1 Novos padrões de projeto e construção;
12.1.2 Projetos, implantações e modernizações relevantes;
12.1.3 Estudos e filosofias para ajustes de proteção, coordenações e configurações;
12.1.4 Equipamentos, técnicas e experiências com ensaios, modelos e simulações;
12.1.5 Técnicas e algoritmos para localização de faltas clássicas e de alta impedância;
12.1.6 Análise do desempenho, estatísticas e indicadores;
12.1.7 Manutenção, automonitoramento e técnicas de restabelecimento;
12.1.8 Ferramentas computacionais, bancos de dados e integração de bases de dados;
12.1.9 Análise de distúrbios atípicos, lições aprendidas e propostas para não recorrência.
12.2 Automação e Controle:
12.2.1 Projetos, implantações e manutenção;
12.2.2 Modernizações e ampliações em instalações existentes;
12.2.3 Arquiteturas, redundância e confiabilidade, incluindo as redes de comunicação;
12.2.4 Segurança cibernética;
12.2.5 Perspectivas e experiências de aplicação de novas tecnologias;
12.2.6 Aplicações de interações entre equipamentos.
12.3 Operação de Sistema de Distribuição:
12.3.1 Tecnologias para monitoração, supervisão e controle de redes e instalações;
12.3.2 Experiências de integração de centros de operação e redes georreferenciadas;
12.3.3 Técnicas para atendimento a perturbações e comunicação com equipes de campo;
12.3.4 Estratégias de operação e controle de cargas;
12.3.5 Índices e aspectos de qualidade de energia;
12.3.6 Gerenciamento de Recursos Energéticos Distribuídos (DERMS);
12.3.7 Integração DSO-TSO.
12.4 Novas tecnologias nas Redes de Distribuição:
12.4.1 Aplicações e benefícios para as empresas e para os consumidores.
12.4.2 Arquiteturas e requisitos de comunicação;
12.4.3 Integração funcional, ensaios e requisitos de desempenho;
12.4.4 Requisitos funcionais, expansibilidade e ensaios;
12.4.5 Redes Inteligentes de Energia (Smart Grids) – Aplicações
12.4.6 Gerenciamento pelo Lado da Demanda aplicada à distribuição;
12.4.7 Veículo Elétricos Conectados (Tecnologias V2G e V4G).
12.5 Microgrids:
12.5.1 Interação das redes de distribuição com a mini e microgeração distribuída, em especial eólica, solar, armazenamento (baterias) e microgrid;
12.5.2 Aspectos econômicos, regulatórios e tarifários;
12.5.3 Dinâmica operativa em redes com geração distribuída e microgrid: fluxo de potência, estabilidade em regime e transitória, religamento, reconexão, ilhamento intencional e não intencional, inércia sistêmica, intermitência, segurança operacional;
12.5.4 Impactos nos sistemas de proteção, automação, controle, medição e faturamento;
12.5.5 Proteção, automação, controle e medição de sistemas de mini e microgeração geração distribuída e microgrid.
12.6 Tópicos comerciais e relacionamento com consumidores:
12.6.1 Evoluções nos sistemas de medição e faturamento;
12.6.2 Ações mitigatórias de perdas técnicas e não técnicas;
12.6.3 Critérios e metodologia para fiscalização, inspeção e mapeamento;
12.6.4 Comunicação e relacionamento com clientes;
12.6.5 Experiências com automação robótica de processos (RPA).
12.6.6 Agregadores de Serviços x Despacho de Recursos Energéticos Distribuídos;
12.6.7 Experiências do Consumidor – Interação com o Provedor de Serviço de Energia.
12.7 Aspectos Regulatórios:
12.7.1 Acesso à rede e sinalizações econômicas;
12.7.2 Gestão de ativos com enfoque regulatório;
12.7.3 Montante de Uso do Sistema de Transmissão (MUST);
12.7.4 Aspectos regulatórios envolvendo as fontes não convencionais;
12.7.5 Novas tecnologias sob a ótica da regulamentação;
12.7.6 Revisão tarifária;
12.7.7 Integração DSO-TSO.
13. Grupo de Estudo de Transformadores, Reatores, Materiais e Tecnologias Emergentes - GTM
Escopo
Projeto, construção, fabricação, operação e manutenção de todos os tipos de transformadores incluindo transformadores conversores, de uso industrial e os chamados “phase-shifters”, além de todos os tipos de reatores, bem como todos os seus componentes (buchas, comutadores, etc.). Novos materiais aplicáveis para construção e isolamento de transformadores e reatores. Técnicas de ensaios, medição, calibração, monitoramento e diagnóstico da condição operativa e expectativa de vida útil remanescente de transformadores e reatores. Análise de ocorrências de defeitos e falhas (“post mortem”) de transformadores e reatores do ponto de vista do conhecimento gerado pelas técnicas de ensaios e medições e solicitações do sistema. Filosofias de manutenção diante dos aspectos de envelhecimento, maximização da utilização da vida útil, melhorias e reforços destes equipamentos nas instalações. Qualidade nos serviços de manutenção. Sistemas informatizados para gerenciamento de recursos da manutenção, sobressalentes, custos, pessoal próprio e terceiros, indicadores de desempenho, confiabilidade, mantenabilidade e disponibilidade de transformadores, reatores e materiais correlatos. Análise de riscos ambientais e planos emergenciais mitigadores de riscos. Materiais, sistemas de isolamento e novas tecnologias aplicadas. Questões relacionadas com inovação e tecnologia de transformadores, reatores e materiais correlatos.
Temário
13.1. Especificação de Transformadores e Reatores para G, T & D (alta tensão de D):
13.1.1. Transformação digital, indústria 4.0 e gêmeos digitais (digital twins) aplicados a transformadores e reatores – aplicações, benefícios, limitações, potencialidades e resultados práticos;
13.1.2. Design review como ferramenta para mitigação de riscos – prática, desafios e resultados efetivos;
13.1.3. Eficiência de transformadores e reatores: perdas em vazio, perdas em carga, rendimento, ecodesign e estratégias de capitalização de perdas;
13.1.4 Aplicação de normas técnicas e requisitos regulatórios em um SIN cada vez mais complexo: desafios associados à globalização da cadeia de suprimentos, qualificação de novos fabricantes e à harmonização de requisitos técnicos;
13.1.5. Curto-circuito, comprovações por memorial de cálculo ou por ensaios e acompanhamento de materiais e processos fabris.
13.1.6. Novos conceitos e técnicas de isolamento dielétrico;
13.1.7. Especificação, aspectos construtivos (mecânicos, térmicos e dielétricos), de fabricação, montagem, testes e comissionamento e tecnologias de transformadores para integração de geração distribuída e fontes de energia renovável, considerando suas características e impactos (por exemplo, harmônicas e inter-harmônicas, variações rápidas de carregamento, intermitência, bidirecionalidade etc.);
13.1.8. Requisitos dos transformadores a seco e reatores de núcleo a ar;
13.1.9 – Desempenho de transformadores e estudos de ocorrências.
13.2. Materiais e Componentes Aplicados a Reatores e Transformadores:
13.2.1. Materiais para maiores solicitações, como por exemplo aerogeradores, temperaturas e condições de carga mais elevadas, entre outros;
13.2.2. Tecnologias emergentes: Supercondutores e Nanomateriais;
13.2.3. Desempenho de longo prazo de materiais isolantes (sólidos e líquidos);
13.2.4. Corrosão e proteção anticorrosiva de transformadores, reatores e seus componentes;
13.2.5. Aplicação de componentes tais como buchas e outros componentes fabricados fora do Brasil de acordo com normas internacionais e que diferem das condições estabelecidas pela ABNT NBR;
13.2.6. Experiências com novos materiais e tecnologias aplicados em transformadores e reatores, escala laboratorial, piloto e em campo, incluindo avaliação de impactos de mudanças de processos de manutenção;
13.2.7. Manufatura aditiva aplicada a componentes e acessórios de transformadores e reatores.
13.3. Confiabilidade de Transformadores e Reatores:
13.3.1. Técnicas e requisitos de manutenção e incorporação de novas tecnologias digitais e inteligentes na gestão destes ativos;
13.3.2. Estratégia de dimensionamento de reserva técnica de transformadores, reatores e seus componentes (buchas, chaves comutadoras etc.) e cuidados para a colocação em operação;
13.3.3. Mitigações para os efeitos dos transitórios de alta frequência, ressonâncias e solicitações resultantes da interação do transformador com o sistema elétrico;
13.3.4. Técnicas de longo prazo para acompanhamento da confiabilidade dos equipamentos e frotas;
13.3.5. Desempenho e confiabilidade dos sensores e sistemas de monitoramento;
13.3.6. Estatísticas de falhas, tipos de falhas e impacto de seu estudo na operação e manutenção destes equipamentos.
13.4. Técnicas de ensaio, medição, calibração, monitoramento e diagnóstico:
13.4.1. Técnicas de ensaio e medição em alta tensão e em alta frequência aplicadas à transformadores e reatores;
13.4.2. Desafios dos ensaios dielétricos e como superá-los;
13.4.3. Ensaios dielétricos, mecânicos e térmicos de transformadores em face aos requisitos para novas fontes de geração e integração dessas fontes aos sistemas de alta tensão;
13.4.4. Novas tecnologias interpretação e diagnostico dos resultados de ensaio e medições, incluindo o uso de inteligência artificial;
13.4.5. Técnicas de manutenção preditiva e monitoramento on-line e off-line;
13.4.6. Marcadores de envelhecimento da isolação sólida: detecção e correlação com a vida útil remanescente de transformadores e reatores;
13.4.7. Experiência na medição da reposta em frequência de transformações e reatores para aplicação em estudos de transitórios (matriz admitância).
14. Grupo de Estudo de Geração Eólica, Solar e demais Recursos Energéticos Distribuídos - GES
Escopo
Princípios, projetos, modernizações, aplicações, construção, manutenção, estudos, desenvolvimentos e gerenciamento de recursos energéticos distribuídos (DER), dispersos geograficamente, independente da concentração na conexão com a rede elétrica, incluindo Geração Eólica, Solar Fotovoltaica, Hidrogênio, mini e micro geração distribuída (exceto térmica e hidráulica), armazenamento (exceto hidráulico), mobilidade elétrica, micro e nano grids.
Temário
14.1. Usinas de Geração Eólica:
14.1.1. Estudos anemométricos;
14.1.2. Previsibilidade de produção de energia;
14.1.3. Critérios de viabilidade e avaliação econômica;
14.1.4. Técnicas de projeto e fabricação de turbinas eólicas;
14.1.5. Aspectos de operação e manutenção;
14.1.6. Novos desenvolvimentos para a extensão da capacidade de grandes geradores;
14.1.7. Influência das especificações e requisitos dos Procedimentos de Rede na operação, projeto e custo dos geradores;
14.1.8. Métodos de simulação e medição de perdas, e de desempenho dos aerogeradores;
14.1.9. Influência da operação intermitente no desempenho e projeto de aerogeradores;
14.1.10. Performance de aerogeradores;
14.1.11. Evolução no projeto de turbinas eólicas;
14.1.12. Eficiência, operação e controle para subestações de geração e seus efeitos na geração distribuída;
14.1.13. Viabilidade, custo e estratégias para a implantação de usinas reversíveis combinadas com aerogeradores;
14.1.14. Experiência operativa e de manutenção com ou sem uso de sistemas de monitoramento;
14.1.15. Utilização de novas tecnologias em lubrificação de mancais de geradores eólicos.
14.1.16. Técnicas para aumentar a disponibilidade operacional da planta eólica.
14.2. Usinas de Geração Solar Fotovoltaica:
14.2.1. Estudos solarimétricos;
14.2.2. Concepção, projeto, implantação, operação e manutenção;
14.2.3. Experiência operativa e de manutenção com ou sem uso de sistemas de monitoramento;
14.2.4. Critérios de avaliação econômica;
14.2.5. Materiais e tecnologias de células fotovoltaicas;
14.2.6. Aspectos técnicos das plantas fotovoltaicas;
14.2.7. Controle e monitoramento de plantas fotovoltaicas;
14.2.8. Tecnologias e ensaios de equipamentos e acessórios de uma planta fotovoltaica: inversores e rastreamento;
14.2.9. PVT – coletores e sistemas híbridos térmico-fotovoltaico;
14.2.10. Mini e microgeração distribuída;
14.2.11. Aspectos de proteção e seletividade para conexão dos sistemas fotovoltaicos às redes de distribuição;
14.2.12. Aspectos de qualidade de energia na transmissão e distribuição;
14.2.13. Plantas fotovoltaicas centralizadas acima de 3 MWp, aspectos técnicos e operacionais;
14.2.14. Plantas fotovoltaicas de Alta Concentração e Eficiência.
14.3. Geração de Energia com Hidrogênio
14.3.1. Critérios de viabilidade e avaliação econômica;
14.3.2. Projeto, implantação, operação e manutenção de sistemas com hidrogênio;
14.3.3. Desenvolvimento de novas tecnologias para uso do hidrogênio;
14.3.4. Células a combustível e hidrogênio;
14.3.5. Confiabilidade de componentes e sistemas;
14.3.6. Escalabilidade de sistemas;
14.3.7. Competitividade com outros sistemas e outras tecnologias.
14.4. Armazenamento de Energia
14.4.1. Critérios de avaliação econômica;
14.4.2. Tecnologias de armazenamento (eletroquímico, elétrico, mecânico ar comprimido e potencial);
14.4.3. Novas tecnologias de armazenamento de energia;
14.4.4. Armazenamento híbrido;
14.4.5. Aspectos ambientais, ciclo de vida e descarte;
14.4.6. Oportunidades e barreiras para implementação;
14.4.7. Operação, manutenção e segurança de sistemas de armazenamento;
14.4.8. Capacidade e design funcional;
14.4.9. Integração com geração e transmissão;
14.4.10. Aspectos regulatórios;
14.4.11. Mobilidade Elétrica;
14.4.12. Reciclagem de armazenadores eletroquímicos;
14.4.13. Sistema de Controle de banco de baterias;
14.4.14. Nacionalização da tecnologia de BESS;
14.4.15. Usina Reversível para armazenamento energético;
14.4.16. Agentes de Instabilidades da rede elétrica formada por BESS .
14.5. Plantas híbridas
14.5.1. Metodologia de produção de energia;
14.5.2. Associação com tecnologias de armazenamento de energia;
14.5.3. Aspectos regulatórios;
14.5.4. Previsão de dados de fontes energéticas primárias;
14.5.5. Associação de plantas heliotérmica;
14.5.6. Análise de Curtailment. – transferir para itens gerais;
14.5.7. Formação de Microgrid (Confiabilidade, flexibilidade e durabilidade).
14.6 – Aspectos Gerais
14.6.1 – Aplicação de IA no projeto, especificação, construção, operação e manutenção;
14.6.2 – Gestão de ativos;
14.6.2 – Análise dos impactos do curtailment;
14.6.3 – Nacionalização de equipamentos e componentes;
14.6.4 – Integração de energia renováveis com Data Center.
15. Grupo de Estudo de Sistemas de Informação e Telecomunicação para Sistemas Elétricos - GTL
Escopo
Concepção geral, planejamento, projetos, estudos de desempenho, implantação, gerenciamento, operação e manutenção de sistemas de informação e de telecomunicações, visando satisfazer os requisitos operativos, gerais e estratégicos, com o objetivo de manter a prestação do serviço e segurança operacional do sistema elétrico.
Temário
15.1 Tecnologias Emergentes de telecomunicações e tecnologia da informação:
15.1.1 Edge Data Center no setor elétrico;
15.1.2 Aplicações de LEO no Brasil;
15.1.3 Perspectivas de Rede 5G no Brasil;
15.1.4 Estudos de caso e prova de conceito.
15.2 Aplicações de novas tecnologias e soluções nos sistemas de tecnologia da informação e telecomunicação:
15.2.1 Rede de Transporte;
15.2.2 Rede de Longa Distância (WAN);
15.2.3 Redes Smart grids;
15.2.4 Virtualização.
15.3 Aplicações de Internet das Coisas (IoT):
15.3.1 Sistema de Conectividade;
15.3.2 Plataforma de IoT: A melhor solução é cloud pública ou privada?;
15.3.3 Dispositivos do ecossistema;
15.3.4 Rede de Sensoriamento;
15.3.5 Estudos de caso e prova de conceito de projetos.
15.4 Uso de Inteligência Artificial para Sistemas Elétricos:
15.4.1 IA Responsável: Governança e segurança da informação;
15.4.2 Aplicações de IA em operação e manutenção preditiva em sistemas de telecomunicação;
15.4.3 Utilização de IA para detecção de intrusões e anomalias em tempo real;
15.4.4 Desenvolvimento de agentes em IA para suporte técnico e operação de redes;
15.4.5 Benefícios de assistentes virtuais em treinamento e capacitação de colaboradores;
15.4.6 Aplicações de IA para personalização de serviços de telecomunicação para clientes finais;
15.4.7 Utilização de IA para melhoria de aspectos relacionados à segurança e saúde ocupacional.
15.5 Segurança Cibernética:
15.5.1 Governança: O Papel do CISO e demais líderes de SI e Cibersegurança;
15.5.2 SOC agêntico;
15.5.3 Impacto de IA no setor de Segurança da Informação e Cibersegurança;
15.5.4 Impacto nas redes de telecomunicação com a implantação de smart grids, IoT e rede de sincrofasores;
15.5.5 Gestão da Segurança Cibernética, incluindo monitoramento, detecção e mitigação;
15.5.6 Requisitos operacionais de um centro de operações de segurança (SOC – Security Operation Center);
15.5.7 Plano de resposta a incidentes de segurança cibernética;
15.5.8 Inteligência de Ameaças em ambiente de missão crítica;
15.5.9 Estudos de caso e prova de conceito de projetos.
15.6 Aspectos de inovação na manutenção e operação dos sistemas de informação e telecomunicações:
15.6.1 NOC agêntico;
15.6.2 Gestão do ciclo de vida dos ativos telecomunicações;
15.6.3 Manutenção preditiva;
15.6.4 Estudos de caso de plano de recuperação de desastre.
16. Grupo de Estudo de Aspectos Empresariais, Inovação, PDI e Regulação Setorial - GAE
Escopo
O Grupo de Estudos GAE tem como objetivo abordar temas relacionados à gestão empresarial, à inovação, bem como às propostas e resultados de projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PDI), além da regulação do Setor Elétrico. A inclusão de temas não técnicos cria oportunidades para a troca de experiências entre agentes do setor, instituições acadêmicas e o próprio Regulador. Esse ambiente colaborativo visa, sobretudo, contribuir para a evolução da gestão das empresas do Setor Elétrico Brasileiro (SEB), para o aprimoramento de modelos de negócio e para o aperfeiçoamento da regulação setorial. Com esse enfoque, busca-se promover maior eficiência e modernização das empresas do setor. Nesse contexto, destacam-se como temas relevantes os programas e experiências em pesquisa e desenvolvimento, as estratégias de inserção de inovações nos processos corporativos e a interação com startups. Esses assuntos possuem grande relevância para o setor e devem ser amplamente discutidos em fóruns plurais como o GAE, que favorecem o compartilhamento de conhecimento e a construção de soluções inovadoras.
Temário
16.1 Gestão das empresas do Setor Elétrico:
16.1.1 Incorporação das práticas de ASG (Ambiental, Social e Governança), com ênfase na utilização de indicadores de desempenho, métricas de sustentabilidade e parâmetros de responsabilidade social corporativa;
16.1.2. Adoção de melhores práticas na gestão de processos organizacionais, com foco na eficiência operacional, padronização, melhoria contínua e incorporação de tecnologias digitais;
16.1.3. Evolução das práticas de compliance adotadas pelos Agentes Setoriais, incluindo o fortalecimento da governança corporativa, a ampliação de mecanismos de controle interno e a conformidade com normas regulatórias e legais;
16.1.4. Gestão de recursos humanos, práticas de qualificação e capacitação contínua, desenvolvimento de competências, atração de jovens talentos e estratégia de retenção de capital humano;
16.1.5. Uso de educação a distância (EAD), plataformas de e-learning e outras soluções inovadoras de ensino, voltadas à capacitação técnica e gerencial dos colaboradores do setor;
16.1.6. Desenvolvimento de resiliência organizacional, abrangendo a robustez da infraestrutura, a preparação organizacional para emergências e descontinuidade, bem como a estruturação de mecanismos integrados de segurança, incluindo a proteção física e cibernética dos sistemas;
16.1.7. Análise das estruturas de capital e da gestão de conglomerados empresariais, considerando aspectos relacionados aos compromissos estratégicos, à execução dos negócios, às capacidades de alavancagens financeiras e às estratégias de financiamento, utilização de diferentes instrumentos de funding, a experiência com Sociedades de Propósito Específico (SPEs) e outros modelos societários participativos, voltados à viabilização de projetos e à mitigação de riscos;
16.1.8. Relação com investidores, estratégia e aprimoramentos da comunicação e dos relatórios.
16.2 Desenvolvimento e Inovação nas empresas do SEB
16.2.1. Gestão da inovação nas empresas, universidades e centros de pesquisa, incluindo organização das informações, desenvolvimento de projetos tecnológicos e uso de linhas de financiamento, incentivos fiscais e programas de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PDI);
16.2.2. Estratégia para criação, armazenamento, compartilhamento e aplicação do conhecimento gerado em atividades de pesquisa e desenvolvimento;
16.2.3. Uso da transformação digital como ferramenta para impulsionar a inovação, otimizar processos e aumentar a eficiência operacional;
16.2.4. Ações voltadas à descarbonização, descentralização e digitalização do setor elétrico, com incorporação de novas tecnologias e modelos mais sustentáveis;
16.2.5. Experiências de inovação interna e colaboração com startups para desenvolver soluções, melhorar processos e acelerar a adoção de novas tecnologias.
16.3. Regulação Setorial (exceto regulação da comercialização):
16.3.1. Tipos de regulação; métodos, mecanismos e instrumentos de regulação, regulação tradicional versus a autorregulação;
16.3.2. Aprimoramentos recentes da regulação voltados à eficiência dos processos setoriais, à modernização do Setor Elétrico e à introdução de novas tecnologias;
16.3.3. Regulação econômica e financeira;
16.3.4. Gestão regulatória dos ativos das concessionárias, considerando o ciclo de vida técnico e regulatório;
16.3.5. Aprimoramentos nas metodologias e dos processos de Revisão Tarifária Periódica;
16.3.6. Novas Diretrizes para a Renovação das concessões;
16.3.7. Modernização Tarifária.